sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Reflexões - 2010


Tenho passado por uma tremenda abertura emocional, uma avalanche de liberação. Querida, todo o meu ser flui em sua direção, assim como um rio, que corre procurando e desejando o mar.
A princípio foi como gotas cautelosamente ministradas pela sensação do risco desejável e indesejável de me entregar. Hoje, já não posso mais contar com o apoio de meu instinto de auto-preservação.
Não conformada com imitações, percebo que estive o tempo todo esperando pela “coisa verdadeira”, esse anseio sem nome que só o amor pode preencher e não vi quando me deixei transformar nessa tempestade imprevisível.
Entendi que quando a gente interage com outra pessoa, está livre para sentir qualquer coisa, do ódio mais profundo ao amor mais profundo.
A gente pode ser repelido ou atraído; pode expressar rejeição ou aceitação. Mas no nível da individualidade, sempre encontraremos a outra pessoa por amor.

2 comentários:

Los Besos disse...

Por nunca me ter conformado com imitaçoes, sempre esperei pela "coisa verdadeira", única capaz de me fazer sentir e estar neste estado de "fluxo emocional", o ápice das sensaçoes e que o estou vivenciando desde que nos encontramos e passamos a simplesmente nos completar por tao somente existirmos como tal uma para a outra.
Te Amo, vida mía!
Eres el amor de mi vida!
Por ti he esperado y contigo camino!
Besos en ti, mujer de mi vida!

Loba Azul disse...

...Se estivesses aqui,
Deitava-me ao teu lado.
Sem nada mudar,
Apenas sentiria-te,
como te sei...