A princípio foi como gotas cautelosamente ministradas pela sensação do risco desejável e indesejável de me entregar. Hoje, já não posso mais contar com o apoio de meu instinto de auto-preservação.
Não conformada com imitações, percebo que estive o tempo todo esperando pela “coisa verdadeira”, esse anseio sem nome que só o amor pode preencher e não vi quando me deixei transformar nessa tempestade imprevisível.
Entendi que quando a gente interage com outra pessoa, está livre para sentir qualquer coisa, do ódio mais profundo ao amor mais profundo.
A gente pode ser repelido ou atraído; pode expressar rejeição ou aceitação. Mas no nível da individualidade, sempre encontraremos a outra pessoa por amor.
